A ideia de qualquer framework é que os programadores ocupem-se mais em implementar as regras de negócio da aplicação do que tratar detalhes de baixo nível, que em geral são sempre os mesmos. O reaproveitamento de código reduz o tempo de desenvolvimento a cada projeto, conforme características em comum que vão sendo identificadas (LISBOA, 2008).

Ao utilizar um framework, muitas vezes nos deparamos com uma nova forma de programar ou até mesmo de se pensar sobre um sistema. Conforme (MINETTO, 2007) muitas vezes surge a sensação de estar “engessado”, pois é preciso fazer as coisas da forma que o framework trabalha, de modo que qualquer coisa diferente requer um empenho melhor, devido à necessidade de aprender uma nova sintaxe, utilizar convenções de nomes de arquivos, variáveis e tabelas de banco de dados. Contudo, as vantagens a médio e longo prazo fazem valer esse pequeno esforço inicial.

Atualmente existem diversos frameworks PHP disponíveis, entre os mais conhecidos podem ser citados: Zend Framework, CakePHP, Symfony, CodeIgniter e Yii. A escolha de um framework para desenvolvimento envolve alguns fatores que podem variar bastante dependendo do projeto. Mas existem pontos em comum, tais como a quantidade e a qualidade da documentação, a facilidade de encontrar desenvolvedores, o envolvimento da comunidade em relação ao framework, a curva de aprendizado, entre outros (FREIRE, 2009).

Referências Bibliográficas

LISBOA, Flávio Gomes da Silva. Zend Framework Desenvolvimento em PHP 5 orientado a objetos com MVC. São Paulo: Novatec. 2008. 184 p.
MINETTO, Elton Luís. Frameworks para Desenvolvimento em PHP. São Paulo: Novatec. 2007. 192p.
FREIRE, Flávia. CakePHP Receita simples para quem quer agilidade. TI Digital. Rio de Janeiro, n° 01, Ano 01, p. 26-36, Abril 2009.

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